Loucura Regada Com Som e Luz. Irado!
Eu escuto som bem alto que é para não escutar mais nada que esteja acontecendo. Não quero escutar o caminhão passando na rua, nem o telefone invadindo minha privacidade, nem meus passos no chão. Na balada eu gosto de musica muito alta, que é para eu escutar só a musica e não me distrair com comentarios dos fanfarrões, fritos e suas loucuras, piriguets mais ou menos xavecando e afins.
A experiência estética acontece porque somos seres dotados de sentidos como o tato, o olfato, a audição, a visão e o paladar. Nossos sentimentos possibilitam conhecer os objetos, e assim damos uma utilidade para eles. Quando contemplamos o objeto, recriamos em nossa mente um novo objeto, atribuímos novos valores e ele transcende o plano da utilidade para a contemplação estética e isto causa prazer.
Uma festa é uma bom exemplo de experiência estética, o som, as luzes, o movimento das pessoas, a ação da bebida no nosso corpo, no nosso paladar, é capaz de nos dar enorme prazer. Por isso tantas pessoas adoram festa, sabiam?
Para todos entenderem melhor: O que é uma lâmpada para você? O que é uma musica para você? Acendemos e apagamos lâmpadas todos os dias, elas servem para iluminar os lugares. A musica, nós também ouvimos quase sem querer na academia, no elevador, no hall do dentista, indo para o trabalho, e não nos sentimos transcendendo nada quando acendemos a luz do quarto ou ouvindo som no carro, certo? Para resumir, lâmpada é lâmpada, e musica é musica. Mas quando organizamos isso de forma “especial”, e passados a contemplar, vivemos uma experiência estética. Duvidam? Então assistam esse e imaginem-se nessa festa irada! Eu me imagino nela, com o som bem alto, com meus amigos em volta, com minha namorada do lado, com um uisquinho e um Red Bull na minha mão. Aiaiai. Falta muito pra rolar uma balada assim hein?
Aqui Também tem experiencia estética




Sou suspeito pra falar, mas ANIMAL hein!!!
Na dé cada de 1970 apareceu um brinquedinho que era um cubo – com 9 faces coloridas e giratorias -cujo objetivo era deixar cada face com a mesma cor, o que era dificilimo de se conseguir.
Este filme me parece uma grande sintese: o cruzamento do cubo mágico com o filme “contatos Imediatos de 3° grau” do Spilberg, surpreendente na época, também da decada de 70. Disto originou-se esta estética bárbara, simples e sofisticadissima, que aparece neste cenário, que eu chamaria de cubo mágico do 13° grau. Adorei! Atualizou minha memória e provavelmente minha história! Obrigada. Mariah Alice.